quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Nova série a caminho....



Em janeiro esterei gravando mais uma websérie que promete.... Leia a sinopse: 

 O ano é 2015, o Brasil foi campeão da Copa do mundo e vive um momento de intenso crescimento econômico e euforia nacionalista. Ao contrário do mundo que está afundado em uma crise agravada pelo anúncio de que os grandes países produtores de combustíveis fósseis mentiram sobre suas reservas. O relatório que vazou pela internet diz que as reservas de petróleo estão se esgotando com previsões para acabarem em apenas 5 anos. 

Neste contexto, o Brasil se torna um dos maiores produtores de petróleo do mundo e por causa disso foi alvo de um grande ataque bioterrorista coordenado em várias cidades do país em função do controle da jazidas do pré-sal. As principais capitais do Brasil foram cruelmente atacadas de forma a gerar um pânico na população brasileira sem precedentes. Alguns dizem que foram os países árabes, outros que foram os Estados Unidos ou até mesmo a Venezuela, mas a única certeza é de que várias facções paramilitares, mercenários e até mesmo grupos do tráfico organizado brasileiro estão atuando em nome de alguém. Ninguém sabe ao certo, mas há rumores do Clube Bilderberg estar envolvido nisso... 

 Praticamente toda a população foi morta vítima de uma contaminação mortal. As comunicações foram cortadas, não há energia e as rodovias que cruzam a cidade foram bloqueadas. No entanto, em meio a todo esse caos, estranhamente algumas pessoas sobreviveram. Marcos, um professor de Biomedicina, é um destes sobreviventes e aos poucos ele se junta a outros que tentam se reorganizar e entender o que realmente aconteceu. 

Mas algo de errado aconteceu no ataque! Agora eles são caçados por agentes paramilitares que estão na cidade para terminar o serviço. Mas a verdade é que nem todos que estão mortos, realmente estão mortos...

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A minha websérie Heróis, sobre o Brasil na segunda Guerra Mundial, está concorrendo na Mostra Competitiva de Pilotos 2011 do Festival Internacional de Televisão no Rio de Janeiro que começa dia 16 de novembro, no centro cultural do Flamengo. Programação inclui mostra competitiva, debates e exibição de atrações internacionais premiadas.



O Festival Internacional de Televisão é realizado pelo IETV – Instituto de Estudos de Televisão, com patrocínio da Petrobras e apoio cultural do Oi Futuro. A nova produção nacional de TV vai estar na Mostra Competitiva de Pilotos Brasileiros, onde serão exibidas 70 obras em três categorias. Elas serão avaliadas por um júri de 19 executivos de programação das principais redes abertas e fechadas do país. O melhor da produção internacional recente vai ser apresentado no Festival dos Festivais, com a exibição de programas vencedores de eventos similares ao FITV, realizados em outros países.

Produtores brasileiros e os principais programadores terão um encontro de um dia inteiro no É O Canal!, que reunirá os criadores de conteúdo do país com executivos de redes como o GNT, a BBC, o The History Channel e outros. O último dia do Festival apresenta os tradicionais Encontros Internacionais de Televisão. Este ano, os encontros vão discutir a mais recente tendência do meio, a TV Conectada.

Participam os maiores especialistas brasileiros sobre o assunto e convidados internacionais como Seth Shapiro, CEO da New Amsterdam Media e Richard Kastelein, CEO da Agora Media Innovation. O Festival Internacional de Televisão é realizado pelo IETV – Instituto de Estudos de Televisão, com patrocínio da Petrobras e apoio cultural do Oi Futuro, e realizado no centro cultural do instituto no Flamengo. Informações detalhadas estão em www.ietv.org.br/festival.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

A morte das câmeras que usam filmes...

Por Henrique Cesar Ulbrich.

Os três maiores fabricantes das caríssimas câmeras de cinema não mais fabricarão modelos de película. O cinema, a partir deste 2011, será exclusivamente digital – pelo menos, no que depender de equipamento novo. De acordo com um artigo no site da revista Creative Cow, a alemã ARRI, a francesa Aaton e a norte-americana Panavision encerraram, sem muito alarde, a fabricação de câmeras de cinema que usam os tradicionais filmes “de película”. O artigo, aliás, foi apropriadamente intitulado Film Fading to Black, fazendo referência ao efeito de escurecer a cena até a tela ficar completamente negra, normalmente usado para encerrar a história. Bill Russel, vice-presidente de câmeras da ARRI, conta que o problema não é a diminuição gradual do uso dessas câmeras. Em entrevista à Creative Cow, deixou claro que a coisa foi cataclísmica: “a demanda por câmeras de película, em todo o mundo, simplesmente desapareceu”. Segundo Russel, esse foi o motivo pelo qual a empresa, desde 2009, só monta câmeras de película sob encomenda. Jean-Pierre Beauviala, fundador da Aaton, faz côro: “Absolutamente ninguém compra mais essas câmeras. Por que comprar uma nova, se há tantas usadas muito mais barato pelo mundo? Não sobreviveríamos nessa atividade se não projetássemos nossa própria câmera digital”. Obviamente, isso não implica que filmes em película vão parar de ser rodados imediatamente. Por muitos anos ainda as câmeras existentes e os rolos de filme virgem (ainda fabricados) se transformação em arte. Todavia, o fato marca o declínio indelével dessa mídia. Podemos esperar que, em breve, Kodak e Technicolor parem também de produzir as próprias películas, que se tornarão cada vez mais difíceis de encontrar, manipular revelar e editar. Como o próprio Creative Cow definiu a situação: “Alguém, em algum lugar do mundo, tem em mãos hoje a última câmera de cinema ‘das antigas’ a sair de uma linha de produção". Ou, como resumiu o site Saloon.com: as câmeras de filmes serão para o cinema o mesmo que as máquinas de escrever são hoje para a literatura. Mesmo o cinema digital pode, em breve, morrer, segundo o artigo da Creative Cow. A internet conseguiu fazer o que a TV não havia conseguido: tornar o cinema menos relevante. Quem nunca desistiu de ir à sala de projeção porque já havia visto o filme na telinha do computador – possivelmente pirateado – que atire a primeira pedra. É triste. Mas o mundo gira. É preciso.